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Uma vida igual a outras

Aqui nada se escreve, tudo se transforma... Uma história de vida igual a outras...

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Uma vida igual a outras

17
Jun08

Dia de consulta no CS

Cris
Olá mumys!
A minha noite foi terrivel, acordei as 2 as 3 as 5 e por ai fora não dormi nada de geito e não deixei dormir o pobre do alex de geito... Um dia destes mata-me hehe
Esta noite tive um ataque de fome, doia-me tanto mas tanto o estômago com a fome que não consegui encontrar posição nenhuma na cama, la veio a cristininha as 5 da manha tomar o pequeno almoço a cozinha....
Hoje temos consulta no Centro de Saude, vamos fazer o CTG (pois nos centros de saude faz-se a partir das 35 semanas) mas como na semana passada o meu medico estava de vacaciones não ouve CTG para ninguem, pesar (que ainda me pesei na consulta com a GO na semana passada) e fazer chichi num copito...
tenho sonhado muito com o nascimento da ana, mas nos meus sonhos a ana nasce rapaz e corre tudo mal, e eu acordo super aflita, mas logo caio a realidade com a rabisca me presenteia com mais umas danças do ventre.
Bom, vamos começar a preparar o almoço a papa, para depois irmos ao doutor. Sera que é hoje que vou receber os cheques dentistas?
Nem sei como se pede isso, hoje em dia infelizmente a muita falta de informação nos Centros de Saúde.

Ate logo!
Ao fim da consulta passo por cá beijinhos.
14
Jun08

A Hora do Parto ( o que nos espera)

Cris


Está grávida do seu primeiro filho e, à medida que o tempo de gestação vai passando, vão aumentando também as suas ansiedades em relação ao dia do parto: "Será que vou sofrer muito?"... Está grávida do seu primeiro filho e, à medida que o tempo de gestação vai passando, vão aumentando também as suas ansiedades em relação ao dia do parto: "Será que vou sofrer muito?", "Conseguirei de facto contribuir para que o meu bebé nasça sem dificuldades?", "Irei estar muitas horas em sofrimento?". Estas são apenas algumas das muitas (mesmo muitas!...) perguntas que passam pela cabeça de qualquer futura mamã.

O ideal era que, de facto, existissem respostas decisivas e acertadas a todas estas questões. Infelizmente não existem, porque cada mulher e cada parto é um caso. Daí que me pareça que a melhor solução de todas é informar-se o mais e melhor possível para que vá para a sala de partos com a cabeça mais liberta de ansiedades e preocupações.

Isto porque quase todas as mulheres associam o parto a uma única imagem: dores em excesso e muitas horas em sofrimento. No entanto, esta é uma realidade cada vez mais distante das maternidades dos nossos dias, sendo já bastantes as técnicas que nos ajudam a viver a hora do parto de uma forma mais tranquila e menos dolorosa.

As aulas de preparação para o parto são, sem dúvida, um dos primeiros e mais importantes passos que qualquer futura mamã pode dar. É ali que se aprende não só o que é realmente estar grávida, mas também, e principalmente, que se fica a conhecer todas as técnicas que poderão ajudar a mulher a viver o parto tal como ele é: um momento único, belo e inesquecível.
É, no entanto, imprescindível que perceba o que é entrar em trabalho de parto, o que concerteza ficará a saber nas aulas de preparação para o parto e nos inúmeros livros que actualmente existem no mercado. Se bem que seja pouco provável que não se aperceba do início do trabalho de parto, é sempre importante conseguir reconhecer alguns sinais geralmente inconfundíveis:
A queda do rolhão mucoso: o tampão de protecção que selava a passagem do canal uterino solta-se e sai pela vagina, com um aspecto sanguinolento. Quando se dá a saída do rolhão mucoso significa que a mulher está a pouco tempo de iniciar o trabalho de parto (a horas ou poucos dias), devendo por isso começar a preparar as suas coisas (e as do bebé) para em breve ir para a maternidade;
O rebentamento das águas: as membranas do saco amniótico em que o bebé tem estado a flutuar rompem-se, escorrendo pela vagina. O líquido deverá ser transparente ou esbranquiçado, sendo que, caso tenha uma tonalidade amarela, verde ou acastanhada, deverá dirigir-se imediatamente para o hospital (o bebé poderá estar em perigo);
Contracções: sendo habitual que as futuras mamãs sintam algumas contracções antes de chegar a hora do parto propriamente dita, os médicos costumam aconselhar que a mulher apenas se dirija para a maternidade quando as contracções são regulares e se verificam de 10 em 10 minutos.
Durante o trabalho de parto, e numa primeira fase, as contracções são para fora e dilatam a cérvix, até que a dilatação seja de 10 cm. Numa segunda fase, ajudam a empurrar o bebé para a vagina e, finalmente, após a expulsão do bebé, ajudam à saída da placenta. As contracções podem ser muitas vezes acompanhadas de dores nas costas ou nos rins, enjoos e diarreia.

Ao ter algum destes sintomas, deverá dirigir-se ao hospital ou clínica onde prevê ter o seu bebé para que os médicos possam perceber se está de facto a entrar em trabalho de parto. E se há mulheres que pouco depois de terem algum destes sinais de parto vêem os seus filhos nos braços, outras há que ainda vivem algumas horas até que possam conhecer ao vivo o bebé que carregam dentro de si. Por isso, é importante que vá preparada para tudo.
Importante também é que solicite à maternidade, ainda a meio da sua gravidez, uma "visita guiada" pelos locais por onde vai passar no dia do parto. Isto para que, no grande dia, se sinta mais descontraída e tranquila conhecendo de antemão o trajecto que vai ter de percorrer.

Mas... e como é realmente o momento do parto? Os médicos costumam caracterizar os partos normais em três fases distintas:

1 - A fase da dilatação - é, geralmente, a mais longa (podendo durar 12 ou mais horas), sendo caracterizada por um aumento sequencial da frequência e da intensidade das contracções, até que a mulher atinja a dilatação ideal (10 cm) para que se possa então entrar na segunda fase do parto;

2 - A fase da expulsão do bebé - ou seja, a fase em que nasce o bebé. Esta fase tanto pode ser muito rápida, durando apenas alguns minutos (especialmente em casos em que não se trata de um primeiro filho), como mais demorada. É, sem dúvida, o momento mais cansativo para a mulher, que tem de recorrer a toda a sua força de um modo controlado e frequente para auxiliar na expulsão do bebé;

3 - A fase da expulsão da placenta - depois do bebé já ter nascido, dá-se o "nascimento" da placenta. Trata-se de uma fase menos dolorosa e mais curta, em que vai continuar a sentir contracções frequentes que têm como objectivo ajudar a separar a placenta do útero. Depois de expulsa a placenta, o médico ou a enfermeira irão confirmar se o seu útero está a encolher normalmente e ser-lhe-ão suturadas as zonas que tenham sido eventualmente sujeitas a uma episiotomia (o corte que é feito na zona do períneo para ajudar na saída do bebé).

Terminadas estes três fases, poderá sentir-se orgulhosa de já ter passado pelo momento do parto e ter o seu filho nos braços. Deverá ter alta e voltar a casa ao fim de 48 horas. Prepare-se para viver momentos de alegria sem fim que a vão fazer lembrar-se apenas das coisas boas que viveu durante o parto!

Retirado do Site ABC do bebe
29
Mai08

A Chupeta e o Bebe

Cris
Há pais com grandes rejeições ao uso da chupeta; uns, porque se ofendem com a noção de acalmar o bebé com um objecto; outros, porque acreditam, embora incorrectamente, que a chupeta pode prejudicar.
O uso da chupeta não causa nenhum problema médico ou psicológico.
A chupeta é uma maneira de satisfazer as necessidades de sucção para além da amamentação. Não é para substituir ou atrasar as refeições.
Chupar no dedo ou usar a chupeta são padrões saudáveis de auto-controlo. O feto já chupa no polegar e o recém-nascido já tem o reflexo de mão/boca. Quando está perturbado ou a tentar sossegar, procura fazer isto como uma maneira de se controlar a si próprio. Este padrão parece ser inato e os bebés que o utilizam parecem ter uma convivência mais fácil.
No entanto, nas primeiras semanas de vida e, até que a amamentação ao peito esteja bem estabelecida, deve-se evitar dar biberão ou chupeta porque há bebés muito sensíveis à diferença da sucção pelo mamilo e pela tetina ou chupeta. Estes bebés podem simplesmente morder ou mastigar o mamilo em vez de usar a língua. Se neste período de tempo o bebé parecer necessitar de mais sucção, deve oferecer-se novamente o peito ou então auxiliá-lo a encontrar as suas próprias mãos.
Devemo-nos lembrar que a chupeta é para benefício do bebé e não para nossa conveniência; por isso devemos deixar o bebé decidir se e quando deve usá-la.
Nas crianças carentes e que estão quase sempre a sugar, a chupeta poderá prejudicar a dentição deformando a arcada dentária; o mesmo irá acontecer se chupar no dedo insistentemente depois dos 5 - 6 anos de idade.
Sabe-se no entanto que é a pressão da língua que deforma os dentes superiores, daí que a razão mais importante para a necessidade de endireitar os dentes seja, provavelmente, uma tendência genética.
Desde muito cedo as crianças começam a viver num mundo de tensões e é natural que procurem algum tipo de auto conforto como uma maneira de vencer essas tensões.
Nas viagens de avião, principalmente na subida e na aterragem, o desconforto e a dor causados no ouvido médio pelas diferenças de pressão, podem ser aliviadas pela sucção, pelo biberão ou chupeta.
Até aos 6 meses e devido à imaturidade do sistema imunológico, deve-se esterilizar com frequência as chupetas para não aumentar o risco de infecção por esta via. Depois desta idade a probabilidade de contrair infecção por este meio é muito pequena, bastando lavar a chupeta com detergente e passá-la por água corrente.
Há essencialmente dois tamanhos – um até aos 6 meses e outro a partir desta idade. Há várias formas de tetina desde a anatómica - ortodôntica até à arredondada.
Depois de escolher a forma de chupeta que o bebé prefere, deve-se comprar várias pelo risco de se sujarem e se perderem com facilidade.
29
Mai08

Porquê um soutien de amamentação

Cris

O leite mamário têm influências positivas no desenvolvimento dos músculos e nervos e na evolução da inteligência do bebé, como foi provado em estudos recentes.
É necessário para estabelecer o sistema imunólogico
Amamentar favorece a ligação entre mãe e bebé
Para a mãe amamentar significa uma protecção contra hemorragias e infecções pós-parto
Estimula o reestabelecimento do abdómen e ajuda a voltar ao peso anterior
Reduz o risco do cancro do mama
Para sustentar os seios mais pesados durante o período de amamentação a mamã precisa de um soutien de amamentação funcional e confortável.

29
Mai08

Como lavar bem um biberão!

Cris

• Comece por passar o biberão por água quente (o ideal seria logo após o aleitamento antes do leite estar seco).

• Esvazie e esfregue com o escovilhão e água e sabão. Se houver restos no fundo do biberão, deixe-o de molho em água quente e sabão e utilize um escovilhão com a ponta em esponja. A esponja retira os restos mais facilmente.

• Enxagúe bem os biberões e coloque-os de cabeça para baixo para secarem.

• Antes dos 3 meses, prefira a lavagem manual à máquina de lavar.
29
Mai08

Compreender a necessidade de sucção do seu bebé

Cris

Ao longo do seu desenvolvimento intra-uterino, o feto mama naturalmente. Após o seu nascimento, o bebé tem esse instinto de sucção, mesmo fora das mamadas - tão importante e inato como a respiração ou a necessidade de se alimentar.Aos 6 meses, a sucção é um dos únicos recursos de que dispõe de forma autónoma um bebé para aliviar a tensão, para se proteger e para se reconfortar.A sucção é necessária para o seu desenvolvimento, participando no seu bem-estar que influencia directamente o seu crescimento.
18
Abr08

Prevenir a morte súbita do lactente

Cris
Tal como o nome indica o Síndrome da Morte Súbita do Lactente é a morte sem explicação de um lactente, aparentemente saudável, no primeiro ano de vida. A sua ocorrência é rara no primeiro mês de vida, aumenta até um valor máximo entre os 2 e os 4 meses e cerca de 95% dos casos surgem antes dos 6 meses de idade. Acontece geralmente no domicílio, sendo o bebé encontrado sem vida no berço.

Em Portugal, segundo estudos efectuados, houve um aumento do número de casos entre 1974 e 1990 e um decréscimo a partir de 1992. Verificou-se também um predomínio acentuado no lactente no sexo masculino, entre ao 1 e 4 meses, nos meses de Dezembro a Março, aos fins-de-semana, no domicílio e em períodos de sono durante a noite

Actualmente pensa-se que a morte súbita do lactente é a um acidente multifactorial, no qual á que ter em conta vários aspectos, entre os quais:

1) Causas genéticas/constitucionais - a maturação do controlo das funções vitais (ritmo cárdio-respiratório, sono…), maturação essa, programada geneticamente, que se efectua nos primeiros meses de vida, com importantes variações individuais;
2) Causas desencadeantes - as patologias habituais desta faixa etária, numerosas e variadas, por vezes acumuladas, nomeadamente as infecções, o refluxo gastroesofágico, a hipertonia vagal, hipertermia;
3) Causas favorecedoras ligadas ao ambiente do lactente, como sejam, condições sócio-económico-culturais deficientes, o tabagismo e a posição no berço.

As campanhas de sensibilização para colocar os lactentes em decúbito dorsal no berço resultaram numa acentuada diminuição da incidência da morte súbita em vários países, embora esta continue a ser a maior causa de mortalidade nos lactentes após o período neonatal.

COMO DEITAR O SEU FILHO?

Se o seu filho é ou foi pré-termo e esteve internado numa unidade de cuidados intensivos ou intermédios, pode acontecer tê-lo visto por vezes em decúbito ventral. Essa posição é por vezes usada na unidade para estabilizar a respiração se o bebé é muito pequeno, mesmo quando está ventilado. Contudo, na unidade, o seu filho estava monitorizado e qualquer diminuição da frequência respiratória seria logo detectada.

Em casa, não esqueça, o seu filho deve ser sempre deitado de costas.

Está demonstrado, actualmente, que a posição em decúbito ventral no berço é um factor de risco. Algumas das razões porque o decúbito ventral é considerado a causa mais directa de Síndrome da morte súbita do lactente são relacionadas com a respiração do próprio ar expirado, condicionando uma elevada concentração de anidrido carbónico no ar inspirado, a inibição dos reflexos laríngeos e o sobreaquecimento por diminuição de perda de calor pelo rosto e pela cabeça, entre outras.Condições coadjuvantes seriam o colchão inapropriado (colchão mole), uso de edredão em vez de lençóis e cobertor (possibilidade de asfixia), condições sociais marginais e dormir na cama dos pais.

Estudos epidemiológicos, realizados demonstram que a publicidade contra a posição ventral permitiu reduções de morte entre 20 % e 67 %, sem aumento do número de mortes por aspiração de vómito.
Em Abril de 1992 a Academia Americana de Pediatria, recomenda o decúbito dorsal para os lactentes. Esta recomendação é também publicada no mesmo ano, em Portugal, pela Direcção Geral de Saúde e consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil.

Existem, no entanto, situações particulares em que pode haver indicação clínica para o decúbito ventral, como é o caso dos doentes com refluxo gastro-esofágico. Nesta situação, a recomendação para a prevenção da morte súbita consiste em usar um colchão firme, bem adaptado às dimensões do berço, não cobrir demasiado o lactente ( a roupa não deve ultrapassar os ombros) e evitar o sobreaquecimento.

O decúbito ventral deverá ser sempre uma prescrição médica.

O bebé deve ser colocado de barriga para cima quando for dormir, posição que lhe permite respirar o ar ambiente normalmente; em caso de febre pode facilmente libertar-se da roupa que o cobre, não correndo o risco de sufocar.

Ensine o seu filho a brincar de barriga para baixo e dormir de barriga para cima.
Procure manter o bebé na posição vertical um quarto de hora após ter mamado. Até aos 2 anos deve dormir numa cama de grades, sobre um colchão firme e bem adaptado ao tamanho da cama ou berço, para que não fique qualquer espaço entre o colchão e as grades.Não deve usar almofada e não lhe deve dar fraldas para a mão, e muito menos tapar-lhe a face. A roupa da cama não deve cobrir a cabeça do bebé e não devem ser utilizados cobertores pesados.
A temperatura do quarto deve ser entre os 18º e 20º, e se tiver febre deve ser despido (arrefecimento físico).O fumo do tabaco durante a gravidez e após o nascimento, constitui um factor de risco de morte súbita. Sabe-se que um recém-nascido ou lactente privado do sono é mais vulnerável, pelo que o seu sono deve ser respeitado.
A monitorização no domicílio só terá lugar em casos seleccionados pois é um factor de stress para a família, e não permite a detecção das apneias obstrutivas.
COMO PODE REDUZIR O RISCO DE MORTE SÚBITA?
=A posição mais segura no Berço=
· Coloque o bebé de costas.
· De lado não é tão seguro como de costas
=O lugar mais seguro para dormir=
. Coloque o bebé num berço seguro com colchão firme e bem adaptado ao berço.
· Nunca o coloque numa cadeira, sofá, cama de água ou pele de carneiro.
· Nunca o coloque na sua cama.
· O cobertor não deve ultrapassar os ombros para evitar o sobreaquecimento.
· Não coloque no berço almofadas, fraldas, nem brinquedos.
=Outras maneiras de reduzir o risco=
· Não deixe que o seu bebé fique muito quente enquanto dorme. Mantenha o quarto com uma temperatura confortável (18 a 20º).
· Não fume durante a gravidez nem deixe que fumem perto do seu filho. A exposição ao fumo do tabaco aumenta o rico de morte súbita.
· A chupeta reduz o risco de morte súbita, mas se o bebé a rejeitar não force.
· Os monitores em casa não diminuem o risco de morte súbita.
· Deixe-o brincar de barriga para baixo para fortalecer os músculos do pescoço.
· Partilhe esta informação com a pessoa que trata do seu filho.
15
Abr08

Chupar o dedo não é nada bom

Cris


A imagem de um bebezinho chupando o dedo é até angelical. Alguns bebês já estão com o dedo na boca dentro da barriga da mamãe. “Olha que bonitinho, com o dedinho na boca!”, costuma dizem muitas pessoas “desavisadas”.


O problema maior é que grande parte das pessoas que acha esse ato “meigo” desconhece o quanto um dedo na boca pode ser prejudicial à vida da criança.


A sucção é muito importante para as crianças até dois anos de idade e em algumas delas a necessidade de sucção é maior. O bebê suga não apenas para matar a fome, mas também para saciar sua vontade de sugar.


Por esse motivo as mamães não devem se preocupar quando os bebês levam a mão toda à boca. Eles começam a conhecer o mundo pela boca. Além da mão, tudo o que pegarem levarão à boca. As mamães devem ficar atentas se o que for à boca seja somente o dedo e o bebê sugue efetivamente.


O bebê amamentado exclusivamente até os seis meses de vida normalmente tem sua necessidade de sugar saciada e dificilmente vai aceitar uma chupeta ou sugar o dedo. Se a mamãe apresentar grande oferta de leite, estiver sempre com as mamas cheias, o bebê não fará muito esforço para sugar, matando sua fome rapidamente, mas não sua vontade de sugar.


Nesse caso, há grandes possibilidades de o bebê encontrar o dedo, já que a necessidade de sucção não foi saciada. A mamãe que tem muito leite deve antes das mamadas ordenhar (retirar) o leite até que as mamas fiquem mais vazias e o bebê tenha que se esforçar para mamar e então matar a fome e a vontade de sugar.


Para crianças que não amamentam ou que já introduziram outros alimentos, o leite, a água ou o suco pode ser oferecido em copos de bico com válvulas que necessitam do esforço do bebê para a retirada do líquido.


A fonoaudióloga Jamile Elias alerta para o abuso de dedo na boca. “Os prejuízos causados pela sucção do dedo prolongada são normalmente maiores do que os causados pela sucção da chupeta. A chupeta pode ser jogada fora, esquecida em casa em algum passeio ou mesmo ser retirada pelos pais enquanto a criança dorme ou brinca”, informa.


“Já o dedo está sempre disponível, não tem jeito de ser retirado e por isso é mais fácil de se tornar um vício e mais difícil de ser retirado”, concluiu Jamile Elias.


Alterações na arcada - A sucção do dedo leva a alterações da arcada dentária como mordida aberta, cruzada ou profunda, dependendo da posição em que o dedo é levado à boca, da força durante a sucção, ou da posição da mandíbula durante a sucção.


Essas alterações levam a criança a respirar pela boca, pois deixam a musculatura oral flácida. Crianças com respiração oral podem apresentar roncos ou baba enquanto dormem, irritabilidade, cansaço fácil em atividades físicas, bruxismo, alterações da postura, apetite diminuído, respiração e mastigação ruidosas, hiperatividade ou sonolência e dificuldade de aprendizagem.


“Alterações na arcada dentária e a respiração oral também podem afetar a fala da criança, que trocará os sons na hora de falar e, se não corrigido antes da criança entrar na escola, pode criar problemas na alfabetização”, esclareceu Jamile Elias.


Evitando o dedo na boca - Para evitar a sucção do dedo, além do aleitamento materno, a mamãe precisará de muita paciência. Para tentar tirar o dedo do caminho à boca, ofereça mordedores, preferencialmente gelados (coloque-os na geladeira antes de oferecer à criança). Assim a criança se entreterá com o mordedor e esquecerá o dedo.


Sempre que a criança estiver com o dedo na boca, não recrimine, apenas tente distraí-la para outra atividade que tenha que fazer uso das mãos. Se o hábito já for vicioso, consulte um profissional como fonoaudiólogo, dentista ou psicólogo para ajudar nesse hábito tão prejudicial.

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