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Uma vida igual a outras

Aqui nada se escreve, tudo se transforma... Uma história de vida igual a outras...

Uma vida igual a outras

Aqui nada se escreve, tudo se transforma... Uma história de vida igual a outras...

Esta cena da "Greve"

Hoje não vou estar aqui com palavras bonitas, porque sinceramente não me apetece...

Esta cena da greve da me cabo da pouca paciência que já tenho.... e sinceramente eu sou TOTALMENTE contra as GREVES principalmente quando estas ditas "greves" me fodem a vida....

 

Hoje tal como num dia normal cheguei a casa perto das 7:00 da manhã, para quem não sabe, eu trabalho de noite e tenho de fazer 110km casa-trabalho-trabalho-casa....

Preparei a miúda dei o pequeno almoço e lá foi ela na carrinha para a escola.

Quando já eu me estava a preparar para dormir tocam a campainha... Era a "devolução" da cria pois hoje era greve geral e não ia ter aulas ( ahhh!!! sim!!!!! pois, desculpem esta coisa de não ver noticias dá nestas coisas) muito bem.... encontro-me eu as 9:00 da manha com a criança em casa, e depois dos avós desta já terem saído, pois  trabalham... e lá estou eu a olhar para a criança e a pensar " que caralho faço eu contigo"? pois bem, telefona ao pai ( não atende) telefona a avó paterna ( não atende)...

 

bonito...

 

Vale ser sexta feira, dia de feira na terriola, vamos dar uma volta!!!!

 

E lá fomos.... 

 

O que me deu mais gosto foi  de ver os funcionários públicos que aderiram a greve ( talvez aí uns 99%) a passear,  e as compras na feira, aproveitar o fim de semana prolongado e o dia fantástico de sol que se tornou.... 

 

Lá consegui contactar o pai, e este ficou de a vir buscar na hora do almoço para assim eu poder descansar na parte da tarde e não ter de vir hoje trabalhar de "directa"...

 

Vocês são uns amores.... ando eu a pagar taxas de esforço ao estado, para os ver a passear todos contentes pela vila, e diga-se a verdade, não me pareceram estar assim tão chateados com as vossas vidas....

 

Hoje também me apetecia ligar ao meu chefe e dizer-lhe que ia fazer greve.... mas provavelmente ele ia me enfiar duas chapadas e mandar-me pastar.... e sabem que mais?

 

eu ía....

 

 

 

 

Eu

 

 

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Já disse que amava, e logo a seguir senti o gosto amargo de ser rejeitada...

Já escondi um amor com medo de perde-lo, já perdi um amor por esconde-lo.

Já deixei de sentir as minhas mãos de tanto medo, já segurei as mãos de alguém para a proteger do medo....

Já expulsei pessoas que amava de minha vida, para deixar de me amarem, por saber que ambos nos fazia-mos mal....

Já adormeci do cansaço de tanto chorar, como já chorei de tanto rir...

Já acreditei em amores perfeitos, em príncipes encantados e no viveram felizes para sempre.

Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.

Já menti e me arrependi , já falei a verdade e também me arrependi....

Já fingi não dar importância às pessoas, e na verdade essas pessoas continuavam a ter muita importância....

Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, e já deixei de acreditar nas que realmente valiam.

Já tive crises de riso quando não podia.

Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.

Já falei coisas que não devia quando devia estar calada, e já fiquei calada quando devia falar....

Já magoei por falar de mais, e já fui magoada por ouvir verdades.

Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.

Já mostrei estar feliz quando não o estava, só para fazer alguém feliz.

Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.

Já sonhei tão alto, ao ponto de confundir com a realidade...

Já descobri que é possível morrer e reviver várias vezes numa só vida.

Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.

Já disse não quando queria dizer sim, e já disse muitas vezes sim quando queria era dizer não.

Já caí, já me levantei e segui em frente.

Já aprendi, já esqueci, já vivi e já morri, mas o melhor disto tudo, é que Sempre sobrevivi!!!!!

 

E tu? o que já fixes-te?

 

Sobre o "Caso do Meco"

Hoje de manhã quando cheguei a casa e liguei a televisão, assisti mais uma vez aos pais dos miúdos que perderam a vida na praia do Meco,  a falar, e não posso, não consigo ficar indiferente, porque esta história mexe muito comigo.

Apesar de eu mesma ser mãe, e mesmo assim não conseguir saber sequer o que é a dor de perder um filho, ( deve ser algo tão forte que nem consigo imaginar, e recuso me a pensar nisso) acho que se criou um exagero nesta história toda. Eu percebo que seja revoltante para um pai perder um filho naquelas condições, não percebo e não aceito porque continuam a querer encontrar um culpado, e a querer crucificar o único sobrevivente que infelizmente só sobreviveu de corpo, pois todo o resto morreu naquela praia no mesmo dia.

Perguntas como: - Como é que ele saiu vivo daquele mar? como sobreviveu?

 

Que culpa tem o rapaz de ter sobrevivido?

 

Além do mais ele não saiu do mar, ele foi empurrado para fora da água....

 

Se ele tivesse morrido, iam culpar quem?

 

Eram jovens, estavam a divertir-se, foram por livre vontade, foi um acidente, terminou em tragédia. Mas isso não significa que o rapaz agarra-se nos colegas e os afogasse deliberadamente.

 

Penso que, no mínimo, deveriam dar a oportunidade, ao que teve a "sorte" de sobreviver, de no mínimo Viver!!!!

 

Mas... isto é apenas a minha opinião, de tudo o que li, e assisti pela televisão.

Para mim não há qualquer dúvida que passou de um trágico acidente.

 

Paragem Cerebral

Depois de ler este post "Sobre as Sombras da Cris" veio-me a ideia alguma das cenas caricatas que já aconteceram comigo, devido ao que eu intitulo como "paragem cerebral" em que estando eu em "transe" o corpo reage mas a cabeça pára!!!!

 

Uma vez ao sair do trabalho as 6:00 da manha, cheguei a zona dos semáforos, e parei, ali estive por algum tempo parada a espera do verde, entretanto o tempo foi passando, subi o volume da música e lá estava eu a curtir o som ao mesmo tempo que ia pensando na vida...

Como já estava parada a algum tempo comecei a estranhar e puxei-me para a frente para verificar porque o semáforo estava a demorar tanto a passar para verde, quando noto que este, estava intermitente....

 

Dei uma gargalhada e segui... Sorte a minha não ter ninguém atrás de mim....

 

Quanto as sombras eu mesma já apanhei alguns sustos, uma vez, vinha eu na via rápida e ao desfazer uma curva, pensei ver um vulto no meio da estrada e travei a fundo.... com direito a fugir de traseira e tudo.... toda a tremer e com a adrenalina on fire verifico que o vulto que vi, era nem mais nem menos que a sombra de um sinal....

 

 

 

 

 

 

“Feio Não é Ser Mãe Solteira. Feio é Ser Pai Quando Convém”

Foi-me passado no facebbok este texto,uma crítica muito boa sobre a posição da mãe solteira e o dito pai separado comum.
O texto é entitulado: “Feio não é ser mãe solteira. Feio é ser pai quando convém”, do site Vila Mamífera.
A autora é a Ju Umbelino.

Acho que retrata e muito a condição de "pai" separado, dos dias de hoje.

Obviamente que nem todos são assim, e como em tudo a excepções a regra.


 Além disso,  também que acho que o texto deixa pouco claro que essa média é acompanhada de mães que também não representam o todo, pois muitas são as mães que não valorizam e até mesmo criam obstáculos para a maior participação dos pais e sim, só querem a participação paterna na hora dos custos financeiros. Claro que essas mães também não são o todo.

 

Eu e o meu Ex ficamos com a costódia compartilhada, apesar de eu achar quem tem muito contras, e de custar horrorres de perder 50% do crescimento da minha filha e da vida dela, a verdade é que não temos problemas com pensões ( pois ninguém da pensão a ninguem) dividimos as despesas (escola, mensalidades remedios etc) a meias, e cada uma assume as despesas na semana que calha a cada um.

Temos a só para nós durante o tempo que esta conosco e uma semana de "folga" quando está com o outro, a verdade é que ela se adaptou muito bem. Mas nem todas as crianças se adaptam, apesar de criar laços com ambos os pais, o numero de despedidas são maiores, e acaba por ter a sensação que não pertence a lugar algum, cabe a nós pais fazer com que essa sensação seja eliminada através de muitas conversas e muito amor"!!!!

 

Segue aqui o texto:

 

Feio não é ser mãe solteira. Feio é ser pai quando convém

 

Outro dia conversava com uma amiga sobre como é difícil criar um filho que vê o pai raramente. Não porque o relacionamento não tenha dado certo ou algum ressentimento possa atrapalhar, mas porque por mais que a porta esteja aberta para a criança conviver com o pai, ele não entra por ela.

Vamos lá: quem nunca ouviu que a mãe do filho de fulano só dá problema? Ele vê o filho quando quer, dá o dinheiro achando que está ajudando (colega, não é nada além da sua obrigação) e reclama horrores do quanto a mãe da criança só dá problema, cobra presença e aquele papo todo de obrigações que os homens tem pavor, mesmo que seja por alguns minutos.

O que muitas pessoas não entendem e não filtram antes de soltar um “ah, mas é só pra te perturbar, não é?”, é que a perturbação começa quando a mulher precisa de uma folga. Folga do tempo em que ela cuida do filho de ambos, integralmente.

Que mãe solteira nunca ouviu que precisa dar uma folga para o pai do seu filho? Porque ele trabalha demais, está cansado demais ou está com algo de menos. Engraçado, né? Há homens que podem ter a mesma profissão, menos ou mais tempo e se dedicam à família do mesmo jeito. Enquanto alguém lida com um pai que tem tempo para tudo, menos para os filhos, sempre vai ter plateia para aplaudir o pai que aparece quando dá. Mas sempre será assim: se você trabalha fora, é a egoísta que não abre mão das próprias coisas pelo filho. Se você não trabalha, é interesseira que só espera a pensão. Ou seja, estaremos quase sempre erradas, e os homens – mesmo que estejam a quilômetros dos filhos – estarão fazendo o melhor se pelo menos cumprem a obrigação financeira com o filho.

Enquanto o pai não aparece, alguém tem que fazer as compras, os lanches, os banhos, os dentes escovados, ensinar o certo e errado, ensinar a se proteger, lidar com birras, preparar e dar comida, ensinar dever, levar e buscar na escola, comparecer nas reuniões escolares, levar ao hospital, trocar fraldas, mudar o vocabulário (adeus palavrões)… e quem faz isso se o pai não está presente? A mãe! E isso não é levado em consideração enquanto o pai caminha livre, sem preocupação com o bem estar do filho ou em se fazer presente, já que a mãe faz papel de dois (ou de três, porque o dia-a-dia com filhos, só quem passa diariamente sabe o quanto é trabalhoso).

E sabe o que é mais curioso? Que mesmo sobrecarregadas, sendo mulheres, mães, provedoras, cuidadoras, enfermeiras, babás, professoras e tudo mais, ainda somos as bruxas que não deixam os pais em paz. Com a mãe solteira, não há escala de trabalho que a impeça de ser multitarefa e se virar para conciliar a vida com os filhos.  Porque de filhos, nós não temos como tirar licença, não é mesmo? Enquanto os pais que o são quando convém, curiosamente arrumam tempo para viagens, jogos de futebol, saídas com amigos, namoricos… e o filho é prioridade na vida de quem, então? Não consigo entender como ainda é tudo obrigação da mãe, inclusive amor e carinho!

Nós, mães solteiras temos essa mania de querer o melhor pro filho, cumprir várias funções e suprir a ausência do pai, ou tentar fazer com que o progenitor perceba que ele é sim importante na vida dos filhos. Mas isso não cabe a nós, sabia? Por mais que nossas crianças sejam lindas, saudáveis e não entre na nossa cabeça como podem ser deixadas de lado ou vistas quando é conveniente, precisamos entender que não adianta forçar nada. Dar toques talvez funcione, mas não é uma receita de bolo que dá certo com todo mundo.

Se você é mãe e solteira e acredita que não existe ex pai e apesar de toda uma história -conturbada ou não –  o seu filho precisa e quer a presença do pai, demonstre isso para o progenitor. Explique como seu filho se porta, os questionamentos e deixe claro que ele é importante na vida do filho. Mas entenda que se o pai não possui interesse em colocar o filho como prioridade, não é ele que será uma prioridade na vida da criança. O que eu quero dizer: não fique frustrada se após você correr atrás, tentar conversar e pedir uma presença efetiva, esse pai não tenha percebido que o assunto em pauta é a importância dele no dia-a-dia do filho e na divisão justa de direitos e deveres de ambos os pais. Acontece mais do que você imagina. Se você tem equilíbrio para saber separar as coisas e tentou uma aproximação, esse afastamento não é uma escolha sua!

Nosso papel de mãe (e em muitos casos de pai, também) é criar nossa prole da melhor forma possível. E quem faz isso por ocasião, conveniência, talvez mereça o mesmo tipo de tratamento. Seja pai, parente ou simplesmente alguém sem o mínimo de empatia e noção da realidade.

Um dia, nossos filhos vão crescer. E não vamos precisar falar para eles quem estava lá, quem fez tudo e priorizou a vida e felicidade deles. Porque crianças observam tudo, principalmente sobre quem está com elas, se é ou não por obrigação.

O que podemos fazer é para nossas crianças. Então que o foco seja nelas e o pai que aparece raramente, faça o papel que ele mesmo escolheu: o de coadjuvante. Pode ser uma pena, mas a nossa parte diária, nós fazemos. Que os pais corram atrás dos seus filhos e parem de reclamar sobre situações inexistentes ou exageradas. Que parem com as desculpas, principalmente. E que um dia percebam que muitos pais solteiros (ou não) dão conta do recado com muito amor, carinho e diálogo. Esses sim estarão presentes nas lembranças de infância dos filhos. Se não temos pais presentes para essas memórias, nossos filhos sempre nos colocarão nas suas nostalgias futuras.

Sorrir para o passado....

Estive a reler alguns posts antigos e deparei-me com este aqui Hoje é outro dia..., e fez me sorrir.....

Nessa mesma altura da minha vida, a palavra perdoar não fazia parte do meu dicionário, mais depressa esganava alguém do que me passaria pela cabeça perdoar...

Hoje isso não acontece.

Eu perdoei o meu ex. Perdoei mesmo. Hoje posso dizer que sou uma felizarda por ter conseguido ultrapassar tudo aquilo que vivenciei a custa dele.

O facto de o ter perdoado não significa que me esqueci o que ele fez, e não o perdoei por ele, perdoei por mim, pelo meu bem estar físico e emocional....

Perdoar não significa ser "fraco", perdoar para mim, significa que aquilo que me fez jamais me poderá afectar. Levo na minha bagagem uma experiencia menos boa de vida. uma experiencia que me ensinou uma lição de vida e que com isso aprendi muuuito sobre o que realmente é o amor e a obsessão, e as amizades.

Era impossível para mim, seguir com a minha vida, voltar a tentar ser feliz e reorganizar-me se me mantivesse ligada ao sentimento de magoa e raiva, tive de me libertar dela para poder seguir, e para isso temos de perdoar.

Da mesma forma que alguns me julgaram de "fraca" e de "derrotada" por ter desistido da custodia total da minha filha e ter ficado pela compartilhada, tendo eu tudo nas mãos para recorrer e ganhar. Desisti porque chegou a um ponto, em que tive de optar por uma nova guerra e mais pesada ( ao qual não sei se teria muitas mais forças para aguentar) ou ficar em paz.

Preferi ficar em paz, não por mim, mas por ela.

Só tendo paz, perdoando e seguindo com a minha vida é que poderia ser uma boa mãe. Se a guerra continuasse o meu psicológico provavelmente tinha dado o pifo e a esta hora não teria sanidade mental suficiente para ser "boa mãe".

Mas... em contrapartida, hoje começo a sentir pena dele...

É triste quando vemos alguém que abandona a família por causa dos amigos, e depois.... os amigos casam, formam famílias, emigram, vão viver para outras cidades, e esquecem.... os assuntos de conversa mudam, e ele fica pa traz....

Chama-se a isso a lei do retorno....

Não precisamos de nos cansar a travar uma vingança, ou sequer perder um segundo a pensar nisso. A própria vida, a própria lei da natureza encarrega-se de por no sítio cada coisa ao lugar que pertence....

 

 

 

 

Uma verdade!

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 Cada vez tenho mais a certeza disso... Quando alguém proximo de mim ( em idades principalmente) parte, faz com que toda a nossa vida seja analizada ao minimo detalhe. Infelizmente, é preciso uma desgraça acontecer para analisarmos a nossa propria vida....

Viva, viva sempre, cada dia cada segundo, como se não houvesse amanhã.

Os carros, as casas o dinheiro no banco, fica. Mas, aquilo que fazemos as pessoas, aquilo que vivemos, aquilo que fizemos os outros sentir, isso vai conosco, e fica também, nas memórias de quem nos conheceu.

Portanto, sempre que pensar em magoar ou atacar alguém, lembrem-se, se eu morrer amanhã, o que quero que pensem de mim?

Façam o melhor que puderem por quem puderem e nunca se arrependam das boas acções.... Vinganças, não curam o mal que fez, apenas servem para atenuar a dor no memento, mas depois, passa... tudo passa....e a tanta coisa boa para viver e aprender, que não deveriamos perder tanto tempo com coisas banais e mesquinhas.

 

 

Eh pah!!!!!

Ups, e já passou um ano desde o meu ultimo post!!!!

Pois sim, ainda ando por aqui... depois de muitas cambalhotas voltei :) com muitas novidades também!!!!

 

Pois bem, o ano de 2013 foi um ano em que o meu mundo se incendiou, em 2014 andei ocupada a recuperar o que tinha sobrevivido do "incêndio" e a colocar as coisas no sítio, aprender a conviver com as "sobras" e a remodelar o meu mundo.

Estamos em 2015, e só posso dizer que estes últimos meses fizeram de mim uma pessoa totalmente nova!!!! Hoje sei que é possível renascer várias vezes na mesma vida. Eu ( e muitas outras pessoas que passaram pela minha situação) somos o exemplo disso!

Hoje olhando para trás ( e  para mim) posso dizer que a minha vida mudou 100% para melhor, em tudo, pessoalmente e profissionalmente ... Que muitas vezes a vida tira-nos coisas e pessoas na nossa vida, por duas razões, a primeira para nos dar uma lição, e aprendermos alguma coisa com isso, mudarmos hábitos, escolhas e prioridades,  a segunda para termos espaço de vivermos outras coisas, outras oportunidades, que antes seria impossível.

Tenho evoluído imenso, vivido coisas que não imaginava seria possível vive-las, e tudo graças as boas oportunidades que a vida nos dá!

A vida muda, as pessoas mudam, as oportunidades também, cabe-nos a nós aproveitar as boas coisas da vida e seguir em frente...

 

 

 

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